Área abandonada da Cianê pode se tornar uma unidade do SESI em um ano

O vereador Alessandro Maraca e o deputado federal Baleia Rossi fizeram uma reunião com o presidente do Sistema S, Paulo Skaf, na noite de ontem, 24; eles levaram o pleito antigo da comunidade dos Campos Elíseos, de dar ocupação por uma unidade do SESI para o terreno da antiga Cianê, área de 40 mil metros quadrados abandonada no coração do bairro – onde hoje ainda se vê o que restou da estrutura em escombros da fábrica de tecidos, desativada há 35 anos às margens da Avenida Marechal Costa e Silva incendiada em 2011.
“Já estamos trabalhando esse pleito com o deputado Baleia há um ano em várias frentes, e agora por conta da visita de Skaf à região, conseguimos essa reunião onde pudemos demonstrar a importância de ocupação da área por uma unidade do SESI, o presidente Skaf adorou a nossa proposta de imediato e solicitou essa visita in loco”, disse Maraca.
“Estamos buscando várias soluções de ocupação para o local, mas a do SESI nos parece a mais viável e tenho certeza que vai gerar todo uma valorização na região, além do valor educacional de se ter uma unidade do SESI dessas na cidade”, disse deputado federal Baleia Rossi.
Paulo Skaf vistoriou toda a área com Maraca nesta manhã, 25, que tem também todo um simbolismo, pois o Francisco Matarazzo, foi o primeiro presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – CIESP, e fundador das Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo (IRFM), que em 1981 foi vendida para a empresa Cianê.
“Com cessão do terreno conseguimos entregar uma unidade ultra moderna do SESI em um ano”, disse Skaf que já construiu mais de 200 escolas no estado de São Paulo.
A reunião aconteceu na casa do deputado estadual Léo Oliveira que também apoia a iniciativa e participou da reunião.

A cessão depende da prefeitura
O local já teve propostas de abrigar uma Faculdade de Tecnologia (Fatec), e uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo (IFSP), e a cessão do terreno para o SESI depende de aprovação de um novo projeto por parte da Secretaria Municipal da Cultura, o Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural do Município de Ribeirão Preto – CONPPAC/RP, e o Ministério Público.
“Vamos conversar com todos e propor a convergência na direção de instarmos ali uma unidade do SESI, eu será um novo marco para os Campos Elíseos”, finalizou Maraca.

Abandono traz insegurança
Os antigos barracões da fábrica das Indústrias Reunidas Matarazzo, funcionaram de 1945 a 1981, e foram tombados em 2010 como patrimônio histórico. O local tem ao todo 39 mil metros quadrados. Em outubro de 2011 o telhado de um dos galpões desabou após um incêndio. Hoje o local é alvo de roubos, criadouro de doenças como dengue e ponto de usuários de drogas e prostituição; e a reclamação de insegurança por parte dos moradores que vivem nas redondezas é frequente.

 

23795378_1226745804136037_1956508705629230642_n

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s