#trabalhandopelosbairros
Ontem, 20, na Sala de Comissões da Câmara dos vereadores, aconteceu mais um sessão da Comissão Especial de Estudos (CEE) da duplicação da avenida Antonia Mugnatto Marincek (Entrada Ribeirão Verde).

O secretário de obras e infraestrutura, Cel. Pedro Pegoraro foi ouvido pelo presidente da CEE, Alessandro Maraca, e demais membros da comissão.

Durante seu depoimento o secretário confirmou que a obra está parada e que a empresa responsável pela execução dos trabalhos, PRIME, já foi notificada diversas vezes,  notificações que datam de 17 de Dezembro do ano passado até o presente, porém a prefeitura até então não havia recebido nenhum documento, segundo Pegoraro.

Ainda segundo o secretário, nenhum protocolo foi entregue até janeiro, e dos nove projetos somente dois foram entregues no início deste ano e aprovados. Dos que estão em análise: drenagem sinalização, instalação elétrica, urbanismo, rede de água, rede de esgoto, e obras de arte especiais; e dos os que foram aprovados:  pavimentação e galeria.

O secretário afirmou aos vereadores que o objetivo é retorno das obras pela empresa, e aventou a possibilidade de rompimento do contrato em caso de incapacidade. Ainda segundo o secretário, a iniciativa partiria de um ofício derradeiro por parte da prefeitura solicitando a resposta com o cronograma de execução.

Verba da prefeitura
Respondendo aos questionamentos da Comissão, o secretário informou que está disponibilizado a verba, responsabilidade do Executivo Municipal, para desapropriação e o pagamento para CPFL no valor de 478 mil reais, já aprovados.

Membros da CEE
vereadores presentes: Alessandro Maraca, Maurício da Vila Abranches, Elizeu Rocha, Bertinho Scandiuzzi.
Obra

A obra de duplicação faz parte do PAC (plano de Aceleração do Crescimento) e foi orçada em R$ 36 milhões. A sua previsão era de dois anos para a conclusão.

“São mais de 60mil pessoas prejudicadas neste gargalho de 5km, pais e mães de famílias que perdem horas na ida e na volta para casa, comerciantes e prestadores de serviços prejudicados com a inviabilidade e saída da região, enfim, a situação é de indignação!”, disse Alessandro Maraca.

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